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	<title>Portugal Limestones &#187; personalidades</title>
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		<title>Entrevista personalidades da pedra – Regina Vitório</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pedra natural]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuamos aqui a nossa série de entrevistas com algumas das grandes personalidades da pedra natural em Portugal. Esta 2ª entrevista foi realizada a Regina Vitório, directora comercial da empresa Inovopedra – LSI Stones. Aqui fica o essencial da entrevista:   1.Nome (pessoa / cargo / empresa) Regina Vitorio/ Directora de Vendas Mercado Int/ Lsi stone_Inovopedra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuamos aqui a nossa série de entrevistas com algumas das grandes personalidades da pedra natural em Portugal. Esta 2ª entrevista foi realizada a Regina Vitório, directora comercial da empresa Inovopedra – LSI Stones. Aqui fica o essencial da entrevista:</p>
<p> </p>
<p><strong>1.Nome (pessoa / cargo / empresa)</strong><br />
Regina Vitorio/ Directora de Vendas Mercado Int/ Lsi stone_Inovopedra Lda.</p>
<p> </p>
<p><strong>2.Actividade da empresa (tipo de actividade; há quanto tempo)</strong><br />
Empresa transformadora de rochas ornamentais, desde 1989.</p>
<p> </p>
<p><strong>3.Que produtos transforma a sua empresa?</strong><br />
Essencialmente calcários oriundos da nossa região, correspondendo a 95% da nossa produção distribuídos por chapa serrada/polida; ladrilhos; obra dimensional desde a mais standarizada à mais elaborada e padronizada de acordo com os vários segmentos e exigências de mercado.</p>
<p> </p>
<p><strong>4.Mercado nacional / estrangeiro?</strong><br />
Mercado Nacional e Internacional. 4,5% mercado nacional e 95,5% mercado internacional</p>
<p> </p>
<p><span id="more-585"></span></p>
<p><strong>5.A sua empresa tem uma marca própria. Que vantagens é que a marca trouxe para a sua empresa?</strong><br />
Sim, temos marca própria. Senti a necessidade de criar uma marca própria há sensivelmente 3 anos. Como o objectivo da Inovopedra seria avançar cada vez mais para os mercados externos, sentiu-se necessidade de criar um marca própria de reconhecimento internacional: LSI stone (Limestone inovopedra).<br />
A vantagem que trouxe foi o posicionamento da  imagem de empresa que como sabemos actualmente é bastante pautado, a necessidade foi de criar um símbolo ou marca de fácil identificação e pronunciação. LSI actualmente é uma marca registada podendo afirmar que tem o seu peso e reconhecimento internacional digno de uma empresa de portas abertas ao futuro e a novos mercados.</p>
<p> </p>
<p><strong>6.Qual a sua opinião sobre a actual crise? Como afecta a sua empresa?</strong><br />
A actual crise de facto não pode ser descurada, se bem que na minha opinião a mesma actualmente já está mais desvanecida. No final do ano transacto, a LSI_Inovopedra foi fortemente abalada pela crise económica que abanou a economia mundial, tendo a nossa produção no último trimestre caído 80%, uma vez que os nossos mercados eram essencialmente os que foram mais atingidos…<br />
No entanto houve uma recuperação logo no inicio do corrente ano.</p>
<p> </p>
<p><strong>7.Qual a estratégia para ultrapassar a crise?</strong><br />
Trabalhar e trabalhar, só trabalhando se conseguem atingir os objectivos que se pretendem. O meu lema tem sido trabalhar de forma árdua para os mercados, quem sabe até de uma forma exaustiva… mas a compensação é o resultado do esforço!<br />
Como uma figura social da nossa politica dizia-me há poucos dias “Haveria de haver mais pessoas como a Regina Vitório, bastava 20% da população Portuguesa ser como você e o país andava para a frente sem dúvida”, isto para dizer que é preciso muita garra, muita luta e muito empenho para se conseguir algo. Só trabalhando, com muito esforço, muito empenho e muita dedicação se consegue ultrapassar a crise.</p>
<p> </p>
<p><strong>8.O que está a aprender / aprendeu com esta crise?</strong><br />
Para dizer a verdade, não aprendi nada de especial. Isto porque nunca  tive uma vida fácil e sempre tive que lutar para conseguir atingir os meus objectivos. Ao longo da minha “caminhada” ultrapassei várias barreiras e dificuldades tanto a nível de quebras de produção como dificuldades financeiras, mas com dedicação e objectividade consegui e vou conseguindo ultrapassar todos os entraves.</p>
<p> </p>
<p>Realmente a crise atingiu o nosso país mas não nos devemos queixar nem lamentar, temos é que levantar os braços e trabalhar para sair da crise. De forma que esta crise não me ensinou nada de novo porque eu fui preparada atempadamente para ela.  Mas para nosso infortúnio os Portugueses unicamente lamentam ao invés de se animarem e lutarem… facto pelo qual a crise tem sido tão badalada. E como disse um dia alguém: “Não nos devemos lamentar por aquilo que não temos mas agradecer aquilo que temos!”</p>
<p> </p>
<p><strong>9.Quais são os grandes desafios futuros para empresas de transformação como a sua?</strong><br />
O principal desafio é competir com a produção do Oriente… o que de uma forma geral é a grande ameaça à nossa transformação. Temos que estar muito bem preparados psicologicamente e tecnologicamente para competir com a força do Oriente ou seja a China.</p>
<p> </p>
<p><strong>10.Em geral, como vê o futuro da indústria da pedra calcária portuguesa?</strong><br />
Infelizmente a pedra Calcária Portuguesa já viu melhores dias. Os nossos recursos naturais estão a ser extintos em prol da indústria chinesa, que adquire grande parte da matéria-prima das nossas pedreiras, facto que é lamentável e que nós, indústria transformadora já começamos a sentir na pele.<br />
É de lamentar que a matéria-prima saia em bruto do nosso país, ao invés de transformado. E é de lamentar que nós transformadores nacionais tenhamos dificuldade na aquisição de matéria-prima de qualidade porque a mesma é vendida em bruto à indústria chinesa. É lamentável mas é uma realidade para todos nós. Quanto ao futuro, de forma alguma me parece risonho, porque os recursos naturais estão a extinguir-se a cada dia de forma que a solução é ir ao encontro de alternativas à rocha calcária Portuguesa.</p>
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		<title>Entrevista personalidades da pedra natural &#8211; extracção</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 14:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pedra natural]]></category>
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		<description><![CDATA[Iniciamos aqui a nossa série de entrevistas com algumas das grandes personalidades da pedra natural portuguesa, e em particular, da pedra calcária portuguesa. A 1ª entrevista foi realizada a uma das personalidades da área da extracção, o Sr Silvino da empresa Solismar. Apresentamos abaixo o essencial da entrevista:   1.Nome (pessoa / empresa) Sr Silvino, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciamos aqui a nossa série de entrevistas com algumas das grandes personalidades da pedra natural portuguesa, e em particular, da pedra calcária portuguesa. A 1ª entrevista foi realizada a uma das personalidades da área da extracção, o Sr Silvino da empresa Solismar. Apresentamos abaixo o essencial da entrevista:</p>
<p> </p>
<p><strong>1.Nome (pessoa / empresa)</strong><br />
Sr Silvino, gerente da empresa Solismar – Exploração de pedreiras.</p>
<p> </p>
<p><strong>2.Actividade da empresa / tempo de actividade</strong><br />
Iniciámos a actividade da nossa empresa há 17 anos. Trabalhamos na extracção de blocos de pedra calcária portuguesa.</p>
<p> <span id="more-3"></span></p>
<p><strong>3.Tipo de produtos / materiais</strong><br />
Essencialmente blocos de pedra calcaria, conhecido como Semi Rijo, ou também a Salgueira.</p>
<p> </p>
<p><strong>4.% de vendas mercado nacional / internacional?</strong><br />
90% do nosso volume de negócios é para o mercado nacional e o restante 10% para o mercado internacional. No entanto, destes 90% do mercado nacional, a grande maioria dos blocos após transformação acaba por ir para o mercado internacional.</p>
<p> </p>
<p><strong>5.Como chegou até aqui? Como explica o seu sucesso?</strong><br />
É importante dizer que antes havia mais procura do que hoje. Dantes comprava-se para fazer stock, para a eventualidade de grandes obras. Hoje, compra-se quando é preciso. A nossa abordagem foi sempre de garantir um bom excelente nível de fornecimento para os clientes, com o máximo de qualidade. E apostamos forte na prospecção de negócios, tentando sempre prever o que o mercado irá trazer no futuro.</p>
<p> </p>
<p><strong>6.Qual a sua opinião sobre a crise actual? Como afecta a sua empresa?</strong><br />
O ponto essencial sobre esta crise é que temos que estar muito atentos ao mercado e à sua evolução. Nem todos os fornecimentos são interessantes, pois há muitas empresas que não têm condições de trabalhar e assegurar os pagamentos. É essencial ter muita atenção ao mercado e às empresas que nele trabalham.</p>
<p> </p>
<p><strong>7.Qual a estratégia para ultrapassar a crise?</strong><br />
Trabalhar e apurar qualidades. Quando a crise instala-se, os agentes económicos ficam muito atentos. Para sair da crise é necessário fazer uma boa filtragem, para perceber quais são as empresas que realmente são bons parceiros de negócios. Tudo isto é essencial para que o mercado seja mais saudável e esteja mais confiante.</p>
<p> </p>
<p><strong>8.Até quando pensa que vai durar a crise?</strong><br />
A contrução está em baixa e essa é uma das causas da crise. A construção é uma das alavancas da economia, tanto levando-a para baixo como para cima. No geral, não acredito que a crise acabe já, neste ano de 2009. Também não acredito que 2010 vá ser um ano muito melhor. Prevejo a saída da crise em 2011 ou 2012, parece-me que estes vão ser os anos da retoma. E tudo isto vai depender muito da forma como a economia americada vai recuperar.</p>
<p> </p>
<p>9.Futuro da indústria da pedra portuguesa? E da área da extracção?<br />
As pedras portuguesas têm muita qualidade. O que precisa é de ser melhor aproveitada nos mercados. A nível de pedra calcária, temos pedras de excelência como é o caso do Moca Creme, que já conquistou o mercado internacional. De uma forma geral, o futuro do nosso sector está de braços dados com o futuro do sector da construção. Dependemos da construção nacional e internacional.</p>
<p> </p>
<p>10.Quais são os grandes desafios para as empresas da área da extracção?<br />
Nós somos oprimidos na área da extracção, no que diz respeito ao alargamento e expansão de pedreiras. Noutros países acontece exactamente o contrário, onde nos últimos anos, licenciaram-se milhares de pedreiras. Nestes caso, se há extracção, há transformação. A força destes países vê-se nas feiras, onde têm uma forte presença.</p>
<p>De uma forma geral, os grandes desafios do nosso sector são o de manter e apurar a qualidade dos nossos produtos, de melhorar a comercialização e por fim, de haver um maior e melhor aproveitamento da pedra no que toca à sua transformação.</p>
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