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	<title>Portugal Limestones &#187; Mercados Indústrias</title>
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		<title>Um Yuan mais flexível?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Julho é sem dúvida, o mês em que as autoridades chinesas se dedicam a tomar decisões acerca da sua política cambial.   Parece provado que a situação do mês no calendário chinês, poderá dar segurança e ser auspicioso na tomada de decisões que implicaram alterações no valor do yuan. Em Julho de 2005, o Banco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Julho é sem dúvida, o mês em que as autoridades chinesas se dedicam a tomar decisões acerca da sua política cambial.<span id="more-860"></span></p>
<p> </p>
<p>Parece provado que a situação do mês no calendário chinês, poderá dar segurança e ser auspicioso na tomada de decisões que implicaram alterações no valor do yuan. Em Julho de 2005, o Banco Popular da China (BPC) decidiu iniciar uma política cambial mais flexível; em Julho de 2008 pôs fim a esse processo que permitiu a apreciação gradual da moeda; praticamente em Julho de 2010 foi anunciada a intenção de terminar com a rigidez do valor do yuan, nomeadamente em relação ao dólar.</p>
<p> </p>
<p>De facto, após 2 anos em que o USD/CNY se manteve  praticamente inalterado à volta do nível 6.83, a China deu indicação que vai permitir uma maior flexibilidade da sua moeda, não havendo contudo detalhes sobre a nova política cambial. O anúncio foi efectuado no âmbito da  última reunião do G-20 realizada em Toronto, no Canadá. Recorde-se que o G-20 representa o grupo das 20 nações economicamente mais importantes e influentes do mundo, representando 85% da economia mundial e cerca  de 2/3 da população global. Criado em Novembro de 2008, o grupo das vinte nações mais ricas assumiu um papel preponderante na tentativa de reformar o sistema financeiro internacional, assim como no relançamento  económico. Já são antigas as pressões dos principais parceiros comerciais da China, liderados pelos EUA, para que termine a situação de subavaliação artificial da moeda chinesa.</p>
<p> </p>
<p>Com efeito, o yuan fixo é considerado responsável  pela manutenção e agravamento de alguns dos desequilíbrios económico-financeiros mundiais, permitindo que a China acumule enormes excedentes. Para já sabe-se que há a intenção de reformar a política cambial chinesa,  tornando o câmbio do yuan mais flexível. Mas não se conhece mais nada, para além das intenções. Desde há muito que as autoridades estabelecem a relação do yuan com um cabaz de moedas, e não somente face ao dólar,  devendo os ajustamentos ser muito graduais (crawling peg), sem grande volatilidade, há semelhança do que ocorreu entre Julho de 2005 e Julho de 2008. Após o anúncio, o USD/CNY caiu cerca de 0.5%, de 6.83 para 6.79,  mas não houve para já mais desenvolvimentos. No mercado cambial, as repercussões fizeram-se sentir de imediato, com o dólar a perder terreno para as moedas rivais. Nos mercados financeiros, a maioria das Bolsas reagiu  positivamente, e os preços das principais commodities subiram. A visão de um maior poder aquisitivo por parte da China agradou e, para o sentimento geral, uma menor tensão entre os EUA e a China não deixa de ser positivo.  Acrescente-se ainda que o presente movimento de apreciação global do dólar, que poderá continuar quando a Fed começar a subir os juros, faz diminuir a pressão de apreciação exigida ao yuan, mesmo que se considere que a  moeda chinesa esteja subavaliada em mais de 20%. Apesar do risco poder ser de um certo constrangimento económico, esta medida é admitida no actual momento em que está prevista uma expansão económica da China  acima dos dois dígitos.</p>
<p> </p>
<p>É importante mencionar que não foi anunciado uma apreciação em larga escala do yuan, não se esperando uma valorização rápida. Assim, num contexto de uma evolução muito controlada e gradual do  valor da moeda, o reflexo nos preços das exportações deverá ser mínimo, tal como o impacto global no comércio regional e nos fluxos de capitais. Esta medida também é vista com importância no combate às actuais pressões  inflacionistas (mesmo que o efeito seja mais psicológico), conjuntamente com a actual política monetária menos expansionista. Acima de tudo, e no actual contexto de desconfiança e incerteza, este pequeno passo vindo da  China pode ajudar a abrandar a aversão  ao risco dos investidores que, nos últimos tempos, não têm tido muita tranquilidade.</p>
<p> </p>
<p>BPI ESTUDOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS</p>
<p> </p>
<p>Agostinho Leal Alves</p>
<p><strong>Email:</strong> <a href="mailto:dep.eef@bpi.pt">dep.eef@bpi.pt</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que os franceses pensam da pedra natural</title>
		<link>http://pt.portugalimestones.com/artigos/mercados-industrias/o-que-os-franceses-pensam-da-pedra-natural</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados Indústrias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os franceses adoram a pedra natural. Esta é a conclusão do jornal francês “Pierre Actual” (antigo Le Mausolée) através de um vasto inquérito realizado a 800 pessoa um pouco por toda a França. No estudo realizado por telefone, foram feitas dez questões sobre pedra natural (ex: conhecimento pessoa, imagem, distinção entre pedras naturais e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os franceses adoram a pedra natural. Esta é a conclusão do jornal francês “Pierre Actual” (antigo Le Mausolée) através de um vasto inquérito realizado a 800 pessoa um pouco por toda a França. No estudo realizado por telefone, foram feitas dez questões sobre pedra natural (ex: conhecimento pessoa, imagem, distinção entre pedras naturais e outros materiais, etc)<span id="more-857"></span></p>
<p> </p>
<p>Em resposta à questão “Em que termos você associa a pedra natural (la pierre) como material de construção?”, por exemplo, 39% dos inquiridos responderam com um “atraente” e “estético”, 33% com “sólido, durável, isolante”, 20% com “amigo do ambiente, natural, autêntico”, 14% com “quente, agradável, confortável” e termos simbólicos como “o passado” ou “tradição”, 12% com “luxo” e “nobreza” e 11% com “decorativo”.</p>
<p> </p>
<p>Outras associações como “campas antigas”, “rústico”, “frio/fraco isolante”, “caro”, etc, cada um recebeu valores bem abaixo do 10%. Cerca de 11% dos inquiridos não foram capazes ou não quiseram responder às questões.</p>
<p> </p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.stonereport.com" target="_blank">Revista Stonereport</a></p>
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		<title>Regras para cooperar com a China</title>
		<link>http://pt.portugalimestones.com/artigos/mercados-industrias/regras-para-cooperar-com-a-china</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 01:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados Indústrias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objectivo de perceber melhor o país de pedra natural chamado China, empresas de dimensão média na indústria de pedra natural correm o risco de subentender as particularidades do mercado Chinês. As diferenças da China e da Europa em termos pessoais e de negócios são apenas ocasionalmente tidas em consideração. Cada serviço prestado é visto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objectivo de perceber melhor o país de pedra natural chamado China, empresas de dimensão média na indústria de pedra natural correm o risco de subentender as particularidades do mercado Chinês.<span id="more-833"></span> As diferenças da China e da Europa em termos pessoais e de negócios são apenas ocasionalmente tidas em consideração. Cada serviço prestado é visto como um favor pessoal, o que significa que uma recusa pode ser visto como um insulto pessoal. Como na maioria das culturas asiáticas, o simbolismo também tem um papel importante na comunicação na China: a ordem na qual os comunicadores começam a falar, a estrutura de idade da equipa de negociação Chinesa, a duração da reunião e a consequente refeição juntos, as pessoas presentes durante a refeição e a comida servida, o tempo que você tem que esperar por alguém, a forma como você recebe uma mensagem – nada é deixado ao acaso.</p>
<p> </p>
<p>A China é uma cultura caracterizada por uma natureza hierárquica forte, na qual a idade e a posição têm um papel muito importante como guias de comunicação, mais do que na Europa. A despreocupação destas regras sociais básicas já tornaram a vida muito difícil para várias empresas europeias. A Europa é uma região com um grau elevado de segurança legal. Por seu lado na China, onde o sistema legal ainda está no seu início, o mundo dos negócios depende da confiança mútua entre parceiros com base num acordo oral. A forma escrita assume assim um carácter secundário na conduta das negociações. Não só os custos de um compromisso na China são subestimados, mas também o tempo exigido. Apesar da primeira impressão por vezes indicar uma cooperação fácil – o mercado Chinês não é um mercado fácil.</p>
<p> </p>
<p>Uma empresa europeia na China encontra uma cultura de negócios apaixonada e agressiva, assim como uma burocracia orientada a certos alvos. O impacto da combinação de ambos os aspectos não deve ser subestimado.</p>
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		<title>Traços principais do percurso recente do sector lusitano de Rochas Ornamentais</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 15:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados Indústrias]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraem-se e aproveitam-se em Portugal Rochas Ornamentais de primeira categoria, notáveis pela sua excelente qualidade e rara beleza e daí pelo seu alto preço, e de segunda categoria, inserindo-se estas na vulgaridade e utilizando-se sem serem objecto de polimento e acarretando portanto baixo custo.   As primeiras visam a produção na pedreira de grandes blocos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Extraem-se e aproveitam-se em Portugal Rochas Ornamentais de primeira categoria, notáveis pela sua excelente qualidade e rara beleza e daí pelo seu alto preço, e de segunda categoria, inserindo-se estas na vulgaridade e utilizando-se sem serem objecto de polimento e acarretando portanto baixo custo.<span id="more-816"></span></p>
<p> </p>
<p>As primeiras visam a produção na pedreira de grandes blocos, geralmente com um volume da ordem de 3 a 8 metros cúbicos (cerca de 9 a 24 toneladas), que vêm a ser aproveitados mediante serragem em engenho de lâminas com segmentos de concreção diamantada, em talha-blocos de fábricas ou mais recentemente com o fio rápido diamantado, sendo as chapas obtidas submetidas a polimento e ao corte em peças &#8211; os artefactos como tamanho final. No processamento utilizam-se ainda, modernamente as linhas automáticas computadorizadas de produção em série de peças normalizadas, donde sai o popular mosaico polido.</p>
<p> </p>
<p>As segundas, de natureza calcária ou siliciosa, conduzem à produção de peças baratas, sobretudo cubos, calçada diversa e guias de passeio, falcas e marcos de propriedade quilométricas ou hectométricos, envolvendo um processamento rudimentar.</p>
<p> </p>
<p>Nesta categoria se insere também a ardósia, extraída, essencialmente nas louseiras de Valongo, nos arredores do Porto, cujos artefactos são fornecidos sem polimento.</p>
<p> </p>
<p>A nossa actividade de cadastro e controlo técnico e económico exercida como engenheiro do Serviço de Fomento Mineiro, um departamento da então Direcção – Geral de Geologia e Minas, onde fomos admitidos no dia 16 de Novembro de 1966, tendo o então Director-Geral colocado à nossa disposição a escolha de uma entre três opções: o cargo num Gabinete em Lisboa; um lugar de investigação no Laboratório de S. Mamede de Infesta, nos arredores do Porto; e o trabalho de campo no Alentejo, ficando sediado em Vila Viçosa, com o encargo de investigar “in loco” a Indústria Nacional de Rochas Ornamentais, começando pela Mancha de Calcários cristalinos de Vila Viçosa – Borba – Estremoz e prosseguindo depois gradualmente pelas outras regiões, acabando por percorrer todo o país, tendo nós após madura e sensata reflexão, dado a nossa resposta ao fim de três dias, vindo a recair sobre a terceira proposta, concedeu-nos o privilégio do contacto directo com os graves problemas com os quais então se debatia o nosso Sector Pétreo Decorativo, a começar pela área extractiva.</p>
<p> </p>
<p>Quando em 1966 nos foi confiada esta missão o nosso País cometia a extraordinária proeza de produzir anualmente vinte mil toneladas de mármore e de exportar cem mil toneladas!&#8230; Tal era o milagre da multiplicação das pedras… O trabalho de compilação de dados económicos sobre a actividade extractiva ornamental feito no gabinete, sem descer ao terreno, sem conhecer “in loco” a realidade, conduziu a este colossal disparate.</p>
<p> </p>
<p>Através do cadastro de jazidas geológicas e das respectivas pedreiras que paciente e perseverantemente levámos a bom termo, sob a superior orientação de um sagaz, competente, esforçado e sensato Director de Serviços – o insigne Engenheiro Francisco José Leal Limpo de Faria, a quem nesta ocasião vimos tributar justa embora póstuma homenagem – conseguimos identificar em Portugal as seguintes ocorrências de Rochas Ornamentais de primeira categoria:</p>
<p> </p>
<p>A)    Mármore e Outros Calcários, figurando em primeiro e grande plano o vasto e rico anticlinório de Vila Viçosa – Borba – Estremoz, fornecedor do mundialmente famoso Rosa Portugal, mas agora de certo uso do preterido pela pedra barata do Maciço Calcário Estremenho, altamente competitiva e muito apreciada pelos Chineses:</p>
<p> </p>
<p>Calcário Cristalino – Distritos de Beja (Ficalho – Serpa e Trigaxes) e Evóra (Borba – Estremoz – Vila Viçosa e Viana do Alentejo);</p>
<p> </p>
<p>Calcário microcristalino – Distrito de Lisboa (Montemor de Loures e Pêro Pinheiro);</p>
<p> </p>
<p>Calcário sedimentar – Distritos de Coimbra (travertino e Condeixa), Faro (Albufeira e Tavira), Leiria (Alcobaça e Porto de Mós) e Santarém (Alcanema, Santarém, Tomar e Vila Nova de Ourém); existem ainda poucas e diminutas explorações activas na formação de “calcário azulado” de Cascais, que todavia não incluiremos nas genuínas rochas ornamentais por apresentar episodicamente, em determinadas zonas, componentes nocivos;</p>
<p> </p>
<p>“Brecha” calcária – Distritos de Faro (Olhão, S. Brás de Alportel e Tavira e Setúbal (Serra da Arrábida);</p>
<p> </p>
<p>B)    Granito e Rochas Similares, com ampla predominância do primeiro:</p>
<p> </p>
<p>Granito – Norte do País (Braga, Porto, Viana do Castelo e Vila Real), Centro do País (Aveiro, Guarda e Viseu) e distritos de Évora (Arraiolos, Évora e Reguengos de Monsaraz) e de Portalegre (Arronches, Castelo de Vide, Monforte, Santa Eulália e Alpalhão); Granodiorito (Évora) e Quartzo–diorito (Èvora);</p>
<p> </p>
<p>Gnaisse – Distritos de Beja (Alvito) e Portalegre (Alagoa e Chainça, esta em Castelo de Vide);</p>
<p> </p>
<p>Pórfiro ácido – Distrito de Setúbal (Alcácer do Sal, com apenas uma unidade rudimentar);</p>
<p> </p>
<p>Dirorito – Distrito de Évora (Viana do Alentejo, com uma só dominuta escavação);</p>
<p> </p>
<p>Gabro – Distritos de Beja (Odivelas, Ferreira do Alentejo) e Évora (piroxenito do Redondo);</p>
<p> </p>
<p>Sienito nefelínico – Distrito de Faro (Monchique, com uma grande unidade activa);</p>
<p> </p>
<p>Serpentinito – Distrito de Bragança (Donai, com a tradicional pedreira de fraca projecção extractiva, mas já electrificada).</p>
<p> </p>
<p>As pequenas explorações de Alcaines, no distrito de Castelo Branco, limitam-se à extracção de blocos de granito de tamanho médio utilizados na preparação de fogões e de cantarias diversas muito ao gosto das gentes da região.</p>
<p> </p>
<p>Com respeito às Rochas Ornamentais de segunda categoria, as louseiras de Valongo, que oportunamente tivemos o ensejo de inspeccionar na sua totalidade por duas vezes em dois anos consecutivos, sendo poucas e estando concentradas uma pequena área, encontram-se bem assinaladas e estudadas.</p>
<p> </p>
<p>O mesmo se não pode dizer acerca das explorações consagradas à produção de pedra natural talhada para calcetamento, na sua grande maioria de pequena dimensão, algumas das quais nos foi dado conhecer.</p>
<p> </p>
<p>De facto de um modo geral prevalecem as pequenas unidades de cariz artesanal dispersas por todo o País, fornecendo peças de calçada de preferência para a pavimentação de ruas e avenidas a cargo das Câmaras Municipais, e devido essa autêntica pulverização ninguém, a começar pela tutela, sabe quantas são nem qual o volume produzido à escala nacional.</p>
<p> </p>
<p>Existem contudo algumas, grandes unidades consequentemente mecanizadas, sobretudo no Norte do País (Marco de Canavezes e Alpendurada, que visitámos uma vez), cuja actividade produtiva se destina prioritária e primacialmente à exportação (vimos no Rio Douro um navio carregado com pedra de calçada), cujos resultados globais são compilados e divulgados anualmente pelo Instituto Nacional de Estatística e que à frente apresentamos.</p>
<p> </p>
<p>Uma vez que nunca se fez o cadastro das pequenas unidades espalhadas de Norte a Sul do País, por isso se tornar altamente dispendioso em meios humanos, materiais, sobretudo vencimentos, ajudas de custo, viaturas e combustível, não existem dados estatísticos credíveis sobre a sua actividade produtiva, visando material calcário ou silicioso, utilizando-se o primeiro na pavimentação de passeios.</p>
<p> </p>
<p>No campo silicioso encontram-se em grande vantagem os granitos, quer no Norte do País quer no distrito de Portalegre, mas também se faz pedra de calçada como o sienito nefelínico de Monchique, no Algarve, onde predomina a sua utilização.</p>
<p> </p>
<p>Neste contexto não se afigura fácil investigar a extracção útil global destes materiais pétreos, nem tão-pouco a produção nacional de pedra de calçada, certamente elevada.</p>
<p> </p>
<p>Face a essa impossibilidade, nós limitamo-nos a apresentar uma estimativa de produção global com base nos resultados inseridos pelo economista italiano Carlo Montani no seu reputado estudo “Stone 2006” – World Marketing Handbook.</p>
<p> </p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.rochas.info" target="_blank">Revista Rochas e Equipamentos</a></p>
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		<title>Um olhar sobre a indústria de pedra americana</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 15:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista conduzida pela revista Stonereport a Gary Distelhorst – Presidente do Marble Institute of America:   Stonereport: Como é que a crise económica afectou o seu negócio? Gary Distelhorst: A indústria de pedra norte Americana não está immune à crise geral. Um estudo do Marble Institute sugere que practicamente todos os seus membros foram afectados pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista conduzida pela revista Stonereport a Gary Distelhorst – Presidente do Marble Institute of America:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Stonereport: Como é que a crise económica afectou o seu negócio?</strong><br />
Gary Distelhorst: A indústria de pedra norte Americana não está immune à crise geral.<span id="more-756"></span> Um estudo do Marble Institute sugere que practicamente todos os seus membros foram afectados pela crise internacional, o que levou a maior parte das empresas a apertarem o cinto. De facto, três em cada quarto membros atrasaram investimentos de capital como em maquinaria. Vários reduziram o seu pessoal.</p>
<p> </p>
<p><strong>Stonereport: Qual foi o impacto na compra de maquinaria?</strong><br />
Gary Distelhorst: Como em qualquer indústria, os nossos membros estão a adiar a compra de maquinaria. A indústria de pedra norte Americana desenvolveu-se de forma significativa nos últimos anos de forma a aumentar a eficiência e produtividade. Com a crise actual, os nossos membros estão confortáveis a utilizar as máquinas actuais, ou se querem comprar nova maquinaria, vão procurar em 2ª mão no mercado. Um estudo indica que quatro em cada dez empresas decidiram adiar a compra de uma nova máquina, e 85 por cento adiaram pelo menos algum tipo de compra.</p>
<p> </p>
<p><strong>Stonereport: Quando é que a crise irá acabar?</strong><br />
Gary Distelhorst: Um estudo feito pela nossa equipa sugere que dois em cada três membros acredita que a economia vai melhorar em 2010. Obviamente, que uma grande parte da indústria depended a construção de novas casas. Há sinais de melhoria, mas é ainda muito cedo para dizer que vai haver uma construção sustentada. Existe também um grande inventário de casas construídas, mas não vendidas, casas novas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Stonereport: O que sera da indústria da pedra depois da crise?</strong><br />
Gary Distelhorst: Haverá entre 40 a 60% de empresas a menos, no entanto aquelas que ficam irão ser mais eficientes e no geral de uma maior qualidade, com um maior volume de negócios. A indústria deverá ser mais forte, ma os bons velhos tempos de 2005 e 2006 são passado, e os fabricantes de pedra natural irão ter que ajustar-se ao terem que fabricar outros materiais, incluindo services de engenharia em pedra, etc. Haverá uma maior dedicação ao service a clients e escolha de clientes.</p>
<p> </p>
<p><strong>Stonereport: Como é que os industriais da maquinaria estão a reagir a esta crise?</strong><br />
Gary Distelhorst: Do ponto de vista da vantage da indústria de fabricação Americana, parece que as melhores empresas de maquinaria estão a ter alguma vantage da crise ao melhorarem a sua tecnologia, ao oferecem melhor formação, e já não estão a inundar o Mercado com técnicas agressivas de vendas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.marble-institute.com/">www.marble-institute.com</a></p>
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